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Importância e dicas para a movimentação de cargas na empresa

Com certeza você sabe a importância da movimentação de cargas. Mas será que você sabe quais são os impactos que essa movimentação gera em sua companhia? A movimentação afeta custos, lucros, logística e muito mais. Saiba tudo sobre a importância da movimentação de cargas.

O que é a movimentação de materiais?

Qualquer deslocamento de produtos, sua armazenagem e sua distribuição é movimentação de materiais. Ela inclui qualquer tipo de deslocamento realizados dentro ou fora da sua empresa, como nos depósitos ou nos galpões.

Isso, claro, tem grande impacto nos preços dos produtos e nas finanças das empresas.

Os deslocamentos são responsáveis por 25% dos custos das manufaturas, de acordo com uma pesquisa feita nos EUA. Logo, se esse setor da companhia é afetado por algum tipo de problema que cause um bloqueio no fluxo da movimentação, os resultados podem ser desastrosos.

Principais problemas causados por má gestão na movimentação de cargas

Os principais problemas causados por gargalos ou má gestão na administração da movimentação de cargas são a frota ociosa (o que envolve caminhões, empilhadeiras, motoristas e operadores, por exemplo) e atrasos nas entregas (com o cancelamento de pedidos).

Outras consequências envolvem a queda na eficiência da equipe, perda de produtos sensíveis, falhas no reabastecimento das prateleiras e até mesmo diminuição da vida útil dos equipamentos usados para a movimentação dessas cargas, como as empilhadeiras.

Assim, não é nenhuma surpresa que cada vez mais empresas estejam profissionalizando seus setores de movimentação de cargas. A meta é uma só: realizar as movimentações da maneira mais rápida possível, dando prioridade à segurança, mas mantendo os custos baixos e com máxima eficiência.

Como planejar a movimentação de cargas?

Você pode tomar algumas providências para melhorar a movimentação de cargas na sua empresa.

  • Padronize processos

Comece padronizando processos, de forma que eles se tornem repetitivos e cada vez mais fáceis de realizar com o tempo. Essa padronização deve incluir o fluxo das mercadorias e equipamentos e distribuição de tarefas.

  • Crie metas

Avalie o desempenho de sua equipe utilizando metas realistas, ou seja, que podem ser atingidas. Mais importante essas metas devem ser objetivas e mensuráveis, para que todos possam observar com clareza erros e acertos.

  • Defina o fluxo de movimentação

Procure usar um layout no seu galpão que facilite a identificação e o acesso a paletes e produtos. Se possível, conte com a ajuda da tecnologia e da automação para melhorar a logística.

  • Disponibilize os melhores equipamentos

De nada adianta realizar todos os passos acima se sua equipe não puder contar com os equipamentos necessários para realizar as tarefas. No caso dos deslocamentos em galpões e armazéns, por exemplo, ter as melhores empilhadeiras é essencial.

Isso não significa investir quantias excessivas comprando esses equipamentos. É muito melhor alugar empilhadeiras. No Brasil, a Logiscom é uma referência do setor. Seus especialistas podem te ajudar a fazer as melhores escolhas na hora de escolher a empilhadeira com o melhor custo/benefício.

Por fim, mas não menos importante, invista na capacitação dos colaboradores.

A movimentação de cargas é como uma espécie de sistema circulatório de sua empresa. Mantê-lo saudável é a chave para o sucesso de sua companhia. Quer saber mais? Converse com os especialistas da Logiscom e veja como eles podem te ajudar a ter uma movimentação de cargas cada vez mais eficiente.

Imagem: (divulgação)

 

 

 

 

 

Será que chegou a hora de trocar de empilhadeira?

Feitas para serem usadas nos ambientes mais desafiadores, empilhadeiras podem durar anos. Entretanto, sempre chega o momento em que os custos de manter uma empilhadeira antiga são superiores ao de trocá-la por uma nova. Mas você sabe definir a hora de trocar de empilhadeira?

Existem três critérios que precisam ser levados em consideração antes de fazer a troca: produtividade da empilhadeira, tempo de vida útil e quantidade de horas trabalhadas. Saiba mais como avaliar cada um desses critérios e decida se chegou a hora de trocar de empilhadeira.

  1. Produtividade da empilhadeira

O primeiro critério que precisa ser avaliado pelos gestores é a produtividade da empilhadeira. Isso pode ser definido, por exemplo, avaliando os custos relacionados à manutenção do equipamento.

Se esses custos ao longo do tempo ultrapassam – ou mesmo se aproximam – do custo de adquirir uma nova empilhadeira, então é hora de trocar o equipamento. Mas o valor financeiro direto da manutenção, tais como troca de peças e custos relacionados à mão de obra, contam apenas parte da história.

O tempo em que a empilhadeira fica inoperante para a realização da manutenção é o mais importante. Afinal, cada vez que a máquina sai de circulação há um impacto direto nos turnos de trabalho.

Transportes que poderiam de feitos rapidamente passam a demorar muito mais. Os gestores precisam ser capazes de quantificar o que essas horas paradas significam para o balanço do mês. Isso fica mais fácil, claro, se a empilhadeira parada precisou ser substituída por outra temporária e alugada.

Caso não tenha havido substituição do equipamento, adicione também aos custos as horas paradas do operador de empilhadeira.

  1. Vida útil

Como qualquer equipamento, as empilhadeiras também têm vida útil. Estima-se que em condições ideais uma empilhadeira tenha vida útil de três a cinco anos. Mas isso varia muito de acordo com o tipo de empilhadeira, seu modelo, fabricante, características dos trabalhos realizados, modo de operação e frequência e qualidade da manutenção.

Por isso, cheque com o fabricante de sua empilhadeira qual é a vida útil média do equipamento. Se já passou da “validade”, é hora de trocar.

  1. Quantidade de horas trabalhadas

O terceiro critério está diretamente ligado ao anterior. São as horas trabalhadas que definem a vida útil da empilhadeira. Confira com o fabricante quantas horas de uso seu equipamento aguenta.

Máquinas com mais de dez mil horas de uso, embora possam passar por manutenção para prolongar a vida útil, demandam altos investimentos e devem ser colocadas de lado.

Chegou a hora de trocar de empilhadeira?

Avaliando esses três critérios, é fácil decidir se chegou a hora de trocar de empilhadeira. Mas aqui vai uma dica importante: trocar uma empilhadeira velha por uma nova pode ser bastante custoso.

Felizmente há um jeito de driblar esses altos custos e, ao mesmo tempo, contar sempre com um equipamento novo à disposição.

Quer saber como? O segredo está no aluguel de empilhadeiras. Ao alugar, a empresa evita custos com manutenção, garante um equipamento sempre novo a serviço e elimina os riscos de queda na produtividade por conta de manutenções emergenciais.

No Brasil, uma empresa referência no aluguel de equipamentos é a Logiscom, que atua há mais de duas décadas no mercado. Chegou a hora de trocar de empilhadeira? Alugue com a Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Muito além das empilhadeiras: como a automação tornará o mundo mais seguro após a pandemia

A ficção pode ser cruel. Em alguns filmes, robôs criam uma matriz perfeita que só existe na mente dos humanos. Em outros, a inteligência artificial se rebela contra seus criadores. Ainda bem que na vida real tudo é bem diferente. É graças à automação que o mundo ficará mais seguro.

E essa automação não envolve apenas robôs humanoides andando de um lado para o outro. Ela envolve também empilhadeiras que dispensam a presença de operadores humanos durante sua operação.

O mundo pós pandemia

É esse o novo mundo que se vislumbra pós pandemia, um mundo em que a automação se tornará cada vez mais onipresente. E o segmento logístico não vai escapar. As grandes fabricantes de empilhadeiras já veem as empilhadeiras autônomas como uma realidade inevitável.

É claro que, por enquanto, esse tipo de equipamento ainda está restrito às grandes companhias com mais recursos para esse tipo de investimento, a exemplo de Walmart e Amazon. Mas a tendência com o passar dos anos é que essa automação chegue também aos pequenos armazéns e galpões.

Essa já era, aliás, uma tendência que vinha se desenhando há alguns anos, mas que tomou um grande impulso agora com a pandemia do coronavírus. Afinal, empresas que têm equipamentos autônomos têm suas equipes menos expostas à necessidade de isolamento ou distanciamento social.

O mundo já vive um período de transição entre a logística pré-Covid e a logística pós-pandemia. Essa transição, de acordo com os especialistas, envolve basicamente três fases.

Em entrevista ao site da Forbes, o vice-presidente de vendas da Mitsubishi Caterpillar Forklift America, John Sneddon, uma das maiores fabricantes de empilhadeiras do mundo, explica a divisão das etapas.

Automação na logística envolve três fases

Fase 1

A primeira fase envolve companhias que ainda não adotaram a automação em larga escala. É importante destacar, entretanto, que mesmo nessa fase já há um “embrião” de automação. Afinal, é difícil imaginar um galpão ou armazém cujo trabalho seja 100% artesanal.

Exemplos de automação simples nessa fase são os sistemas de gestão de  armazenamento, por exemplo.

Fase 2

Na segunda fase já se encontram empresas com automação parcial, com equipamentos conectados ao sistema de armazenamento e gestão da companhia.

Esse sistema, na sala de controle, alimenta um painel na empilhadeira, que por sua vez indica aos operadores humanos a mercadoria que deve ser transportada, sua localização exata, e os pontos mais eficientes de coleta e de entrega.

Fase 3

Por fim, há o estágio mais avançado, o 3. De acordo com Sneddon, esse estágio envolve a automação em larga escala de todo o sistema de logística, incluindo desde empilhadeiras 100% autônomas até sistemas de gestão completamente automatizado.

Crimes cibernéticos serão uma ameaça

A automação aumentará a segurança dos colaboradores, mas há também uma desvantagem. O risco de crimes cibernéticos. Os mais comuns envolverão, provavelmente, o uso de malwares para tomar o controle do sistema de uma empresa.

Isso pode significar que outra pessoa, de fora da companhia, movimentará remotamente a frota de empilhadeiras, causando grandes prejuízos.

Mas as empresas de tecnologia já estão trabalhando em vacinas para minimizar esses riscos, como softwares que identificam a presença de malwares e sistemas de isolamento das redes (fazendo com que apenas os operadores presentes na companhia possam controlar os sistemas e equipamentos).

A automação é um processo irreversível, reforçado pela necessidade de isolamento social causado pela pandemia de coronavírus. É imprescindível estar preparado para essa nova realidade.

Quer saber tudo o que está movimentando o mercado de empilhadeiras? Fique atento ao blog da Logiscom!
(Imagem: Divulgação)

Boom do comércio eletrônico faz crescer procura por empilhadeiras autônomas

A pandemia do novo coronavírus que tomou o mundo de assombro mudou o planeta de muitas formas. No segmento econômico, uma das áreas mais impactadas foi a logística. O boom do comércio eletrônico fez acelerar uma tendência que já vinha forte: a das empilhadeiras autônomas.

Falando assim, parece até coisa do futuro. Afinal, as empilhadeiras autônomas ainda estão na fase de prototipagem, certo? Errado. Muitas fabricantes de empilhadeiras já enxergam os “robôs” como uma espécie de “futuro que já chegou”.

Em outras palavras, o planeta vive hoje uma fase de transição entre o uso amplamente difundido das empilhadeiras operadas por humanos para uma economia em que as empilhadeiras automatizadas são uma realidade nas empresas que precisam diminuir custos.

Reflexo dessa tendência vem dos EUA, mais especificamente do Vale do Silício. Por lá, os investidores – bastante conhecidos em todo o mundo por seus investimentos em empresas de tecnologia – estão agora de olho em fabricantes de veículos operados por robôs.

Investimento de quase R$ 300 milhões

Duvida? Pois veja o caso da Seegrid, uma fabricante de empilhadeiras autônomas sediada em Pittsburgh. A empresa, especializada em transporte de cargas em armazéns e fábricas por meio de veículos robotizados, conseguiu captar no mercado recentemente um financiamento de 52 milhões de dólares (cerca de R$ 290 milhões).

Desde o início da pandemia, os recursos captados pela empresa chegam a 150 milhões de dólares (mais de R$ 800 milhões), um forte indicativo de que os grandes investidores apostam que a demanda por veículos autônomos não vai parar de crescer.

Com tanta gente de olho, o valor de mercado da Seegrid saltou para 400 milhões de dólares (cerca de R$ 2,2 bilhões). Não é por acaso. As pessoas parecem cada vez mais propensas a comprar pela internet, ao mesmo tempo em que evitam se expor ao novo coronavírus nas ruas.

Novos hábitos vêm para ficar

E ainda que a pandemia chegue ao fim, muitos apostam que os novos hábitos criados nesse período de quarentena vão continuar existindo.

Ou seja, o público que entrou agora no mercado de e-commerce vai tomar gosto pelas compras com apenas alguns cliques e manterá esse padrão de consumo nos próximos anos.

O CEO da Seegrid, Jim Rock, disse em entrevista que a empresa está ganhando novos clientes “loucamente” e que os clientes já existentes estão aumentando suas frotas. Como consequência, a empresa estima dobrar a receita neste ano, em comparação ao ano passado.

Ainda melhor: mesmo com a economia mundial em frangalhos, a Seegrid vai aumentar sua força de trabalho em quase 50%, chegando a um total de 340 funcionários.

Há mais empregos também em armazéns, pelo menos nos EUA. Lá, mais de um milhão de empregos foram gerados em agosto apenas neste segmento.

O crescimento na procura por empilhadeiras automatizadas gera naturalmente uma preocupação: isso significa que empregos humanos serão eliminados em favor das máquinas?  A Associação para Gestão da Cadeia de Abastecimento, dos EUA, acredita que não. “As pessoas serão ensinadas a trabalhar com a tecnologia, e não a substituir pessoas por tecnologia”.

Quer saber mais sobre as últimas novidades do mercado de empilhadeiras? Então fique de olho no blog da Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Por que quebrou? Veja os principais motivos para defeitos em empilhadeiras

Por que quebrou? Essa é a pergunta número 1 ouvida pela equipe de manutenção quando se trata de empilhadeiras. Afinal, esses são equipamentos desenvolvidos para aguentar trabalhos pesados. Mas as empilhadeiras não são infalíveis. Veja os principais motivos para defeitos em empilhadeiras.

1. Operador despreparado

O principal motivo de quebra das empilhadeiras está relacionado a falhas humanas. Como os grandes responsáveis pelas empilhadeiras são os operadores, é natural que as falhas também sejam causadas por eles.

A forma com que o profissional maneja a empilhadeira é determinante para a vida útil e a disponibilidade do equipamento. É preciso levar em conta também que o operador tem outras responsabilidades.

Cabe a ele, por exemplo, vistoriar a empilhadeira antes do início do seu turno de trabalho e comunicar qualquer problema à equipe de manutenção.

Já que essa é o principal motivo para defeitos em empilhadeiras, qual é a melhor coisa a se fazer para evita-los?

A reposta é treinamento. Os operadores devem passar por capacitação constante, tanto para que utilizem as melhores práticas na operação da empilhadeira, como também para que estejam cientes de seu papel de identificar possíveis problemas.

2. Má sinalização

Outro motivo de defeito em empilhadeiras são os pequenos acidentes que acontecem no dia a dia e que, com o tempo, vão causando desgastes das peças do equipamento.

Esses pequenos acidentes envolvem desde materiais que caem sobre a empilhadeira, curvas fechadas que provocam pequenas colisões e até mesmo imperfeições que provocam solavancos bruscos.

Com o tempo, cada um desses inconvenientes se torna um problema maior até causar a quebra da empilhadeira.

Uma maneira de minimizar esse risco é investindo em sinalizações que mostrem aos operadores possíveis obstáculos ou áreas de manobras difíceis, bem como indiquem a localização exata do material que deve ser transportado e alertas sobre cuidados que devem ser tomados.

3. Falta de manutenção preventiva

Lembra do item 1 dessa lista? É importante relativizá-la. Afinal, nem toda quebra é culpa dos operadores. As empilhadeiras sofrem o desgaste natural do tempo, como qualquer outro equipamento.

Evitar isso é fácil: basta fazer a devida manutenção preventiva. Negligenciar a manutenção preventiva é praticamente garantir que, mais cedo ou mais tarde, a empilhadeira vai quebrar.

Por meio da manutenção preventiva a equipe técnica pode fazer a troca das peças gastas assim que elas atingem um limite máximo de sobrevida. Parece um gasto, mas na verdade a manutenção preventiva é um investimento.

Com ela, a máquina não fica parada e os custos de troca das peças são bem menores do que seriam no caso de uma manutenção de urgência, com o equipamento já quebrado.

4. Desrespeito aos limites de carga

Toda empilhadeira tem em seu painel um indicativo da capacidade máxima de carga suportada. Mesmo assim muitos operadores insistem em desrespeitar esses limites, provocando a quebra do equipamento.

Nesse caso, os resultados óbvios são problemas nos garfos, pneus, motor, freios e até mesmo o tombamento da empilhadeira.

Logiscom é a melhor opção na hora de alugar empilhadeiras

Esses são os 4 principais motivos para defeitos em empilhadeiras. Ao evita-los, você aumentará bastante a vida útil dos seus equipamentos.

Está precisando alugar empilhadeiras? A Logiscom é a sua melhor opção. A companhia possui profissionais altamente qualificados que garantem o máximo desempenho das empilhadeiras locadas. Entre em contato com os especialistas da Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Óleo vazando na empilhadeira: o que fazer?

Não deveria acontecer, mas não tem jeito. O vazamento de óleo é comum em qualquer equipamento que use lubrificante para melhora de desempenho. E aí surge a dúvida. No caso das empilhadeiras, o que fazer quando houver óleo vazando?

Antes de partir para a ação, é preciso primeiro entender o papel do óleo lubrificante nos equipamentos. Essa primeira tarefa é fácil. O dicionário mostra que “lubrificante” é qualquer substância que visa reduzir o atrito de eixos e peças que se movem uma sobre a outra.

Logo, o óleo é essencial para diminuir o desgaste das peças, aumentando, consequentemente, sua vida útil. Dentre as principais peças que são beneficiadas com o uso de um óleo de boa qualidade estão o motor da empilhadeira, o câmbio, o diferencial, as válvulas e o sistema hidráulico.

Com tantas peças em jogo, dá para imaginar que um vazamento de óleo é uma situação urgente que, se não resolvida, pode causar grandes prejuízos.

Além de arriscar quebrar as peças da empilhadeira, há o desperdício desse insumo, a perda de tempo para a reposição do lubrificante vazado, o uso de mão de obra para fazer os reparos, e o risco de acidentes com o óleo na área de circulação de pessoas e equipamentos.

É preciso levar ainda em consideração que o vazamento deixa os ambientes sujos, com má aparência, e podem até mesmo emporcalhar as mercadorias que são transportadas. A depender da atividade da empresa, isso pode ter impactos negativos nas vendas.

Por fim, o óleo é prejudicial ao meio ambiente, especialmente se o resíduo atingir mananciais e áreas como rios e lagos.

Agora que você já sabe a importância do óleo lubrificante, é hora de descobrir o que fazer caso haja um vazamento.

O que fazer se vazar óleo da empilhadeira?

1. Treinar os operadores

Na verdade, a primeira providência deve ser tomada antes de qualquer vazamento, justamente para evitar que o problema ocorra. Trata-se de treinar corretamente os operadores das empilhadeiras, de modo que eles saibam identificar vazamentos e comunicar a equipe de manutenção assim que isso acontecer.

2. Interromper a operação

Identificou um vazamento de óleo? Pare a operação da empilhadeira imediatamente.

3. Identificar origem do vazamento

A equipe de manutenção deve contar com especialistas capazes de identificar o mais rápido possível a origem do vazamento, o tipo de líquido que está vazando, suas causas e como interromper o “sangramento”.

4. Usar kit de proteção ambiental

Como já visto, o óleo pode ser muito prejudicial ao meio ambiente, por isso a equipe de manutenção deve dispor de um kit de proteção ambiental para conter ou absorver o lubrificante, caso o problema ocorra em um terreno sensível.

5. Usar EPIs

Os técnicos precisam estar usando todos os equipamentos de proteção individual indicados pela legislação.

6. Limpar e descartar o lubrificante corretamente

Feita a limpeza do ambiente, é preciso fazer o descarte correto do óleo em instalações adequadas e licenciadas para esse tipo de atividade.

O vazamento de óleo é um dos problemas mais comuns que podem atingir uma empilhadeira. Saber como agir no caso desse tipo de emergência pode fazer a diferença entre um incidente que é apenas um inconveniente ou um acidente com proporções imprevisíveis.

Logiscom faz manutenção constante de sua frota

A melhor maneira de evitar o vazamento de óleo em empilhadeiras é fazer a manutenção constante dos equipamentos. Por isso a Logiscom faz frequentemente a manutenção preventiva de sua frota, que é uma das mais modernas do Brasil.

Se você precisa de empilhadeiras, alugue com a Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Qual o melhor tipo de bateria de lítio para sua empilhadeira?

Vimos recentemente, aqui no blog, como as baterias de lítio são valiosas para aumentar a vida útil e a eficiência de uma empilhadeira. Mas você sabia que existe mais de um tipo de bateria de lítio? Veja agora qual é o melhor tipo de bateria de lítio para sua empilhadeira.

Tipos de baterias de lítio

As baterias de lítio são divididas em dois tipos: a NMC e a LFP. O modelo mais frequentemente encontrado no mercado é o LFP.

LFP

A LFP é a bateria de fosfato de ferro de lítio. A sigla vem de sua fórmula química: LiFePO4. Esse tipo de bateria é usado largamente há mais de 30 anos por diversas indústrias, inclusive a automobilística. Graças a seu uso universal, a bateria LFP é barata e bastante prática.

Mas essas são apenas algumas de suas vantagens. Confira outros benefícios das baterias LFP.

  • Vantagens da LFP

Uma das principais vantagens das LFP é sua estabilidade e resistência. Baterias LFP são altamente eficazes em evitar fuga térmica. Isso significa que, mesmo que sua estrutura seja levemente comprometida – com um furo, por exemplo – ela não pega fogo.

Outros benefícios são o rápido carregamento da bateria, ou seja, menos tempo com a empilhadeira parada; alta produção de energia e vida útil longa. É por isso que as LFP são ideias para equipamentos pesados. A bateria, claro, precisa ser tão robusta quanto o equipamento que ela alimenta.

  • Desvantagens da LFP

A principal desvantagem é a baixa capacidade de armazenamento de energia. Quem procura por uma bateria que armazene o máximo possível de carga no menor espaço disponível, deve procurar outras alternativas.

NMC

Agora é hora de abordar a bateria NMC, conhecida como bateria de lítio-óxido-manganês-cobalto. Elas estão no mercado há pouco mais de uma década e tem sido cada vez mais populares por conta de sua densidade de energia e alta capacidade de armazenamento.

  • Vantagens da NMC

Isso significa que as baterias NMC são mais compactas e leves, transformando-se nas baterias ideais para alimentar empilhadeiras pequenas e transpaleteiras.

Como foram lançadas no mercado há relativo pouco tempo, as NMC ainda não têm a versatilidade das LFP, mas é de se esperar que isso mude à medida que elas forem se tornando mais populares.

Além disso, pouco tempo de desenvolvimento significa também que o potencial de melhorias para esse modelo de bateria é imenso.

  • Desvantagens da NMC

As principais desvantagens são o preço, que é alto se comparado à LFP, e à menor resistência, em comparação ao modelo concorrente.

Então, afinal, qual é o melhor tipo de bateria de lítio para sua empilhadeira?

A resposta depende do tipo de empilhadeira e de seu uso. Se sua empilhadeira trabalha em turnos e não é sensível à densidade de energia, a LFP, altamente testada em todo o mundo, pode ser uma opção boa e barata.

Já se a prioridade é ter a maior carga possível ocupando um espaço mínimo, a NMC é a opção vencedora.

Logiscom é referência no mercado de locação de empilhadeiras

Qualquer que seja sua escolha, uma coisa é certa. A empilhadeira ideal para seu negócio está na Logiscom. A equipe altamente capacitada da empresa analisará suas necessidades e identificará o equipamento com o melhor custo/benefício para você. Entre em contato com os especialistas da Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Células de combustível de hidrogênio para empilhadeiras: o futuro chegou

Cada vez mais populares, as empilhadeiras estão no centro de uma corrida que parece invisível, mas que movimenta milhares de profissionais e bilhões de dólares: a melhoria constante da eficiência. E um dos resultados mais impressionantes dessa corrida são as empilhadeiras movidas a hidrogênio.

Além de serem mais eficientes que aquelas empilhadeiras movidas à combustão, as empilhadeiras com energia gerada por células de combustível de hidrogênio ainda são mais sustentáveis.

Afinal, diferentemente do que acontece com GLP ou diesel, o hidrogênio é renovável. Lembra da aula de química? O hidrogênio é um elemento químico abundante na natureza, e pode ser encontrado, por exemplo, na água e em plantas.

O que é uma célula de combustível

Entender o que é o hidrogênio, o elemento químico mais comum do universo, é fácil. Mas como o hidrogênio faz uma empilhadeira se movimentar? A resposta está nas células de combustível.

Células de combustível são dispositivos capazes de gerar energia elétrica por meio de reações químicas. Os equipamentos contam com dois eletrólitos (o ânodo e o cátodo). O hidrogênio é usado como combustível e o oxigênio como oxidante. O subproduto dessa reação química é a água.

Principais vantagens do uso do hidrogênio como combustível

Existem várias vantagens proporcionadas pela nova tecnologia. Uma delas é o fim da necessidade de troca de bateria. As recargas são feitas muito rapidamente, aumentando a produtividade da empilhadeira.

Mas quão rapidamente? Os fabricantes garantem que um reabastecimento de cinco minutos é suficiente para encher o “tanque” com hidrogênio. Essa recarga é suficiente para que a empilhadeira funcione ininterruptamente por vários turnos seguidos.

Outra vantagem está no desempenho do equipamento. Enquanto uma bateria comum tem sua voltagem diminuída ao longo do tempo de operação, as células de combustível de hidrogênio mantém voltagem constante enquanto houver combustível no tanque.

É bom destacar também os benefícios da manutenção. Diferentemente das baterias comuns, as células de combustível de hidrogênio não demandam limpeza constante ou reposição de água.

Por fim, mas não menos importante, há a vantagem ambiental. As células de hidrogênio não emitem poluentes como fuligem e gases tóxicos, a exemplo do dióxido de carbono. A natureza – e os humanos, principalmente – agradecem.

Quando as células de combustível de hidrogênio se tornarão parte dia a dia?

Por se parecer com uma peça de ficção científica, o uso do hidrogênio como combustível parece ainda uma realidade bem distante, certo? Nada disso! A célula de combustível de hidrogênio já é uma realidade em muitas empresas.

Gigantes do varejo como Walmart e Amazon, por exemplo, já utilizam empilhadeiras movidas a hidrogênio desde 2017. Além dos benefícios já citados acima, outra motivação para o uso desse tipo de empilhadeira é o custo.

Uma pesquisa do Laboratório Nacional de Energia Renovável dos EUA revelou que, ao longo de dez anos, as empilhadeiras que usam célula de combustível de hidrogênio são 10% mais baratas que suas concorrentes.

E isso mesmo considerando que, atualmente, essas empilhadeiras custam o dobro de uma empilhadeira comum.

Logiscom está atenta às novidades do mercado

A Logiscom tem uma das frotas mais modernas do Brasil, mas não apenas porque os equipamentos são novos e passam por manutenções preventivas constantes.

A empresa também está sempre atenta às novas tecnologias que surgem no mercado, e orienta seus clientes sobre quais são as opções com o melhor custo/benefício.

Quer alugar empilhadeira? Converse antes com os especialistas da Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Saiba tudo sobre as baterias de lítio para empilhadeiras

Desde a década de 1990 as fabricantes de empilhadeiras usam a bateria de lítio nesses veículos. Esse é o mesmo tipo de bateria usado, por exemplo, nos celulares. Mas será que as baterias de lítio são realmente ideais para empilhadeiras?

Para responder essa pergunta precisamos primeiro entender o que é e quais são os benefícios de se utilizar baterias de lítio.

Como funciona uma bateria de lítio

Essa peça produz força por meio do deslocamento dos íons. Esse deslocamento, por sua vez, acontece graças a um processo químico que ocorre dentro da peça.

Funciona assim: quando o operador coloca a empilhadeira para carregar, os íons se deslocam do eletrodo positivo para o negativo. E eles ficam ali, armazenados, até que recebam uma ordem para se movimentar no sentido contrário. Nessa movimentação a bateria gera força eletromotriz.

Principais vantagens

Os principais benefícios das baterias de lítio são:

  • Maior capacidade de armazenamento

Esse tipo de bateria consegue armazenar 100% mais energia que aquela armazenada numa bateria de níquel e o triplo de energia da armazenada numa bateria de cádmio.

  • Não “vicia”

Sabe aquela necessidade de aguardar o descarregamento total da bateria antes de colocá-la para carregar novamente? Muito inconveniente, não é? Mas esse problema não existe nas baterias de lítio.

Da mesma forma que você não precisa aguardar a bateria do seu celular acabar para dar uma nova carga, não é preciso esperar que a bateria da empilhadeira também acabe. Isso significa mais eficiência e produtividade.

Ah! E também não é preciso esperar a carga completa. Se a empilhadeira precisar ser usada com a bateria abaixo dos 100% de carga, não há nenhum problema!

  • Menor necessidade de manutenção

A única manutenção que você precisa fazer nas baterias de lítio é checar se os cabos estão bem presos e se a bateria está carregada. Não é mais necessário fazer a limpeza da bateria nem colocar água.

  • Recarga mais rápida

A bateria de lítio precisa de apenas duas horas de carga para alcançar 100% da capacidade. Os modelos comuns de bateria precisam de quatro vezes mais tempo.

  • Maior vida útil

Essa peça dura cinco mil vezes mais que as baterias tradicionais. Entretanto, para se tirar o máximo proveito do equipamento, é preciso tomar alguns cuidados. Primeiro, cheque se a rede elétrica do empreendimento é capaz de suportar a carga de várias baterias de lítio.

Por fim, esteja sempre atento às faixas de voltagem e às temperaturas corretas de funcionamento indicadas pelos fabricantes.

  • Melhor para o meio ambiente

É preciso levar em consideração ainda os impactos ambientais dessa tecnologia. As baterias de lítio possuem conteúdo menos tóxico que as baterias tradicionais.

Agora que você já viu as principais vantagens, o que acha? Vale a pena usar empilhadeiras com bateria de lítio? A resposta é clara: com certeza vale a pena, especialmente em empresas que usam empilhadeiras em mais de um turno de trabalho.

Logiscom é uma das mais modernas locadoras de empilhadeiras do Brasil

A Logiscom está sempre atenta às novidades do mercado e oferece a seus clientes o que há de mais moderno em empilhadeiras. Quer saber mais sobre como a tecnologia pode aumentar a eficiência da sua logística? Entre em contato com a Logiscom.

(Imagem: Divulgação)

Já imaginou ter uma empilhadeira que funciona sem operador?

Quem tem mais de 30 anos deve se lembrar do robô que fazia as atividades domésticas em Os Jetsons. Ainda não temos essa tecnologia em nossas casas, mas no segmento logístico já temos um robô para chamar de nosso: são as empilhadeiras que funcionam sem operador, as AVG.

AGV é a sigla de Automated Guided Vehicle (Veículo Guiado Automatizado). São veículos – como empilhadeiras – que dispensam a necessidade de operadores e se movimentam de forma autônoma, após serem programados para tal.

Nada substitui a engenhosidade humana. Entretanto, para as tarefas repetitivas, as empilhadeiras autoguiadas são perfeitas.

Como dispensam a presença do operador, elas são mais compactas e precisas em seus deslocamentos e no carregamento ou descarregamento dos materiais transportados.

Isso significa que as empilhadeiras com sistema AGV são capazes de acessar com facilidade ambientes apertados que costumam ser inalcançáveis às empilhadeiras comuns.

Como funciona o AGV

Mas, afinal, sem operadores, como a empilhadeira autônoma sabe onde deve ir para pegar os pedidos?
Existem três sistemas de guiamento para AVG: o ativo-indutivo, ótico e o laser. No guiamento ativo-indutivo, cabos embutidos no piso guiam o veículo. Já no ótico, a empilhadeira “segue” uma fita (ou pintura) colocada no chão indicando o caminho a ser percorrido. Por fim, no guiamento a laser um sistema de lasers e espelhos indicam o caminho que a máquina deve seguir.

Já vimos, portanto, como a empilhadeira AVG se movimenta em um armazém ou galpão. Mas como faz a coleta dos pedidos? A resposta está nos cálculos de posicionamento que são feitos em um computador central.

Neste computador, algoritmos orientam as empilhadeiras automatizadas sobe a posição de cada palete e sobre quanto (e quando) os garfos devem ser levantados para alcançar, por exemplo, um palete a cinco metros de altura. Tudo é automático e feito com total segurança.

Principais vantagens das empilhadeiras AVG

  • Capacidade de operar em corredores estreitos
  • Custo recorrente menor que o de uma empilhadeira com operador
  • Menor consumo de energia
  • Capacidade de trabalho ininterrupta, 24h por dia, com parada apenas para recarga ou troca da bateria

Áreas de atuação

Os veículos AVG podem ser utilizados em diversos segmentos, já que podem percorrer médias e longas distâncias e transportar médios e grandes volumes. Além disso, esse tipo de equipamento é capaz de “aprender” a se deslocar em percursos complexos, não havendo limites para seu potencial de movimentação.

Suas principais áreas de atuação são papel e celulose; e-commerce; indústria da segurança; implementos agrícolas; indústria alimentícia, ferroviária, bebidas, móveis, cosmética, química, naval, metalúrgica, automotiva, farmacêutica e aeroespacial; transportadoras; galpões; indústria de autopeças; indústria de eletroeletrônicos; tecelagem e portos.

Será que o AVG é ideal para sua empresa?

Se você está buscando um sistema automatizado para movimentação de mercadorias, as empilhadeiras AVG são ideais para seu negócio. E elas já estão disponíveis para locação na Logiscom, com ótima relação custo/benefício e a assessoria técnica especializada que apenas a Logiscom pode oferecer.

Quer saber mais como uma empilhadeira AVG pode aumentar a eficiência de sua logística ao mesmo tempo em que diminui custos no longo prazo? Entre em contato com os consultores da Logiscom.

(Imagem: Divulgação)